5 Estratégias para Reduzir Custos e Impacto Ambiental nas Operações de TI

5 Estratégias para Reduzir Custos e Impacto Ambiental nas Operações de TI

Em meio às crescentes preocupações com as mudanças climáticas, à pressão por metas de ESG (Ambiental, Social e Governança), e ao aumento contínuo dos custos de energia, empresas de todos os portes enfrentam um imperativo: como tornar suas operações de TI mais verdes, eficientes e econômicas. Segundo o Gartner, uma das principais tendências tecnológicas estratégicas para 2025 é a Computação Energeticamente Eficiente, definida como a adoção de arquiteturas, códigos, algoritmos e infraestruturas que maximizem o desempenho com o menor consumo de energia possível. 

Ao mesmo tempo, empresas como a Roost têm se destacado ao oferecer soluções que combinam Edge Computing, IoT, automação e monitoramento inteligente, possibilitando eficiência energética real e redução de desperdícios nos processos. 

Neste artigo, exploraremos cinco estratégias práticas de eficiência energética no contexto da computação, ilustrando como elas podem ser aplicadas com o suporte de produtos/serviços como os da Roost. Vamos analisar benefícios, desafios e boas práticas, para inspirar organizações a agir agora e colher resultados tangíveis em custos e sustentabilidade.

O que é Computação Energeticamente Eficiente (CEE)

A Computação Energeticamente Eficiente envolve otimização em múltiplos níveis:

  • hardware: eficiência de servidores, data centers, dispositivos de borda (edge), componentes de rede;
  • software e algoritmos: código eficiente, otimização de algoritmos, uso adequado de recursos computacionais;
  • arquitetura e infraestrutura: distribuição de carga, uso de energia renovável, arquitetura híbrida ou distribuída para evitar desperdício;
  • operações e gestão: monitoramento, automação, manutenção, práticas, governança de TI.

Por que é uma tendência crítica segundo o Gartner

No relatório “As 10 tendências tecnológicas estratégicas para 2025”, o Gartner coloca a “Computação energeticamente eficiente” como uma das tendências-chave, destacando que:

  • Aplicações intensivas em computação: como treinamento de IA, simulações ou renderização de mídia serão grandes contribuidoras para pegada de carbono empresarial.
  • Empresas terão de responder às pressões legais, regulatórias e de mercado para reduzir sua pegada de carbono.
  • A migração para hardware mais eficiente, otimização de software, uso de energia renovável e arquiteturas especializadas serão parte fundamental desse movimento.

5 estratégias de eficiência energética 

A seguir, cinco estratégias robustas, com exemplos práticos de como podem ser implementadas, especialmente utilizando soluções da Roost.

Estratégia 1: Processamento na borda (“Edge Computing”)

O que é

Edge Computing leva processamento e análise de dados para próximo da origem dos dados (sensores, dispositivos IoT, etc.), em vez de enviar tudo para data centers centrais ou nuvens distantes. Isso pode diminuir latência, demanda de largura de banda de rede e perda de energia no transporte de dados.

Benefícios

  • Redução no consumo de energia de rede: menos dados trafegando longas distâncias = menos uso de infraestruturas de rede, com menos perdas e menos equipamentos em trânsito.
  • Menos latência = operações mais eficientes: pode haver melhor resposta, menos desperdício em processos que aguardam decisões.
  • Capacidade de usar hardware mais simples ou especializado localmente: adequar a escala do hardware ao uso real evita sobredimensionamento.

Estratégia 2: Hardware mais eficiente e renovável

O que é

Investir em servidores, switches, roteadores, dispositivos IoT ou sensores que tenham eficiência energética superior, bem como buscar alimentar operações com fontes renováveis de energia (solar, eólica, etc.).

Benefícios

  • Menor consumo de energia elétrica por unidade de computação.
  • Menor emissão de carbono se a fonte de energia for renovável.
  • Potencial de incentivos fiscais ou benefícios regulatórios em muitos países.

Exemplos práticos

  • Utilizar servidores com certificações de eficiência energética (ex: Energy Star, certificações específicas de data center).
  • Equipamentos de rede modernos que comutam para modos de baixo consumo quando em uso reduzido ou inativo.
  • Painéis solares ou parcerias de energia verde para alimentar instalações de borda ou data centers.

Estratégia 3: Otimização de software, algoritmos e cargas de trabalho

O que é

Redesenhar ou ajustar software, algoritmos e cargas de trabalho para usar menos recursos computacionais, para “escalar para baixo” quando possível, para consolidar tarefas e evitar redundâncias.

Boas práticas

  • Profile de aplicações para identificar gargalos de CPU, memória ou I/O que consomem mais energia.
  • Uso de escalonamento automático (auto-scaling) para que servidores trabalhem menos quando a demanda é baixa.
  • Uso de containers, virtualização, função como serviço (serverless) para otimização.
  • Algoritmos eficientes, programação que sucumbe menos a loops desnecessários, uso de bibliotecas otimizadas, até escolha de linguagens menos “pesadas” para tarefas específicas.

Estratégia 4: Monitoramento, medição e automação

O que é

Implementar sistemas que coletam dados precisos sobre consumo de energia, detectar desperdícios, usar automação para agir rapidamente em resposta a variações ou anomalias.

Benefícios

  • Permite tomada de decisão baseada em dados.
  • Detecta falhas e desperdícios em tempo real, reduzindo perdas.
  • Automatiza ações corretivas (por exemplo, desligar equipamentos em stand-by, acionar ventilação ou refrigeração quando necessário etc.).

Dados ou estatísticas recentes

  • Um dado típico (não necessariamente Roost, mas para referência de mercado) mostra que data centers respondem por cerca de 1-2% do consumo global de energia elétrica, e com o crescimento de aplicações de IA e computação em nuvem esse número tende a subir se nada for feito para otimizar.
  • Organizações que adotam monitoramento contínuo e automação relatam reduções de 10-30% nos custos de energia após um ou dois anos de implantação de práticas de eficiência energética.

Estratégia 5: Arquitetura híbrida / múltiplos ambientes + uso de energia renovável

O que é

Misturar ambientes de nuvem pública, privada ea Edge (computação híbrida), distribuir workloads para locais onde a energia é mais barata ou mais limpa, ou usar data centers verdes, além de integrar fontes renováveis de energia ou créditos de energia verde.

Benefícios

  • Flexibilidade para migrar cargas de trabalho para datacenters/locais com energia mais barata ou mais limpa.
  • Resiliência: se uma parte da infraestrutura falhar, outras podem assumir.
  • Melhoria na pegada de carbono e credibilidade em relatórios ESG.

Exemplos práticos

  • Empresas que movem parte da carga de IA intensiva para regiōes com energia hidrelétrica ou solar, onde o custo e a pegada são menores.
  • Uso de “nuvem verde” (cloud providers que garantem uso de energia renovável) ou opções de energia renovável nos data centers locais.

Como a Roost apoia a computação energeticamente eficiente

A Roost oferece um ecossistema de produtos e serviços que se alinham às estratégias acima:

  • Portfólio com Edge Computing, IoT, Monitoramento Inteligente – permite descentralizar processamento, capturar dados em tempo real, agir localmente.
  • Produtos como Smart Companies, Smart Cities, Roost Cloud, Armazenamento e Virtualização para dimensionar recursos conforme demanda e evitar desperdícios.
  • O serviço Roost Flow – Utilities 4.0 funciona como uma solução de monitoramento inteligente para energia, água e gás, com automação, alertas, visibilidade operacional e quantitativa.
  • Materiais educativos, como o E-book Checklist de Eficiência Energética da Roost, ajudam as empresas a auditarem suas operações e criar planos práticos de redução de desperdício.

Implementação: Passo a Passo para sua Organização

EtapaAçãoResultado Esperado
1. Avaliação inicialAuditoria de energia & TI: mapear consumo em data centers, borda, rede, equipamentos IoT etc.Identificação de pontos de desperdício, definição de baseline.
2. Definição de metasEx: reduzir 20% do consumo elétrico, adotar 30% de energia renovável, ROI em 24 meses.Alinhamento estratégico com liderança e áreas de finanças.
3. Seleção de tecnologias parceirasEscolher hardware eficiente, serviço de Edge, sensores IoT, parceiros certificados.Infraestrutura adequada, confiável, segura.
4. Projeto pilotoAplicar em um segmento menor da operação uma planta, um prédio, um setor.Testar métricas, ajustar falhas, estimar economias reais.
5. Escalonamento e automaçãoExpandir para toda a empresa, automatizar alertas, desligamentos, escalonamentos; integrar Edge + Cloud.Economia ampla, eficiência operacional, menor pegada.
6. Monitoramento e melhoria contínuaDashboards, relatórios frequentes, revisões, correção de desvios.Garantia de sustentabilidade no longo prazo.

A computação energeticamente eficiente não é mais uma opção futurista: é uma exigência para qualquer empresa que queira sobreviver e prosperar num cenário onde custo de energia, regulação ambiental e expectativas de sustentabilidade são cada vez mais rígidos. As organizações que abraçam essa tendência cedo ganham vantagem competitiva, reduzem custos, melhoram sua reputação e contribuem para um planeta mais sustentável.

A Roost está pronta para ser parceira nessa jornada. Com sua expertise em Edge Computing, IoT, soluções de monitoramento inteligente, serviços como Roost Flow, e iniciativas educativas como seus e-books e checklists, a empresa oferece o conjunto certo de ferramentas para pôr em prática as cinco estratégias acima.

Quer reduzir seus custos, cortar desperdícios e zerar o impacto ambiental da sua infraestrutura de TI? Entre em contato com a Roost hoje mesmo. Nós ajudamos a implementar computação energeticamente eficiente, com ROI claro, ferramentas práticas e escalabilidade, para que sua empresa economize energia, dinheiro e ajude o planeta.

Novidades

Navegue por nossos conteúdos

Conhecimento